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LEXICON |
||| Ver o texto A Hermenêutica.
Matemático,
físico e astrónomo italiano. Fundador da dinâmica, foi o
primeiro experimentador verdadeiro. Descobriu as leis do movimento pendular.
Reagiu contra a teoria de Aristóteles
relativa à queda dos corpos no vácuo; enunciou o princípio
da inércia, a lei da composição das velocidades... ![]() |
Poeta e
dramaturgo espanhol, um dos maiores representantes da literatura de Espanha
do século XX. A sua obra está inspirada no folclore andaluz.
Foi fuzilado durante a guerra civil. |
Um
dos mais versáteis maestros da actualidade, é uma das figuras
chave do movimento de revivificação da música antiga segundo
as concepções interpretativas originais. Mas nos últimos
dez anos o seu repertório alargou-se substancialmente, passando a compreender
um período temporal que se estende de Monteverdi ao século XX.
Fundador e director artístitico do Monteverdi Choir (1964), dos English
Baroque Soloists (1977) e da Orchestre Révolutionnaire et Romantique
(1990), é frequentemente convidado a dirigir as maiores orquestras da
Europa e dos Estados Unidos (jornal Público,
2000/10/08)
Escritor
português, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett
nasceu na cidade do Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Introdutor do Romantismo
em Portugal, teve participação activa na vida política
nacional, desempenhando o cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros.
||| O Canto da Filosofia comemorou o 2º centenário do seu nascimento com a publicação do capítulo IV da sua obra Viagens na Minha Terra. E aproveitou o pretexto do dia dos namorados de 1999 para lembrar o seu poema As Minhas Asas. A Biblioteca Nacional portuguesa tem um sítio na web dedicado a Garrett.
||| Ver Homossexualidade.
||| N'O Canto há poemas de A. Gedeão: nos verbetes Poesia e Esperança. Com o poema Lágrima de preta [ler o poema] comemorámos o dia internacional contra o racismo de 2001 [Duarte Mendes cantou esse poema -- descarregar a canção, em formato mp3, com 1.6 MB].
Grupo de jovens intelectuais portugueses que, primeiro
em Coimbra e depois em Lisboa, manifestaram um descontentamento com o estado
da cultura e das instituições nacionais. O grupo fez-se notar
a partir de 1865, tendo Antero de Quental
como figura de proa e de maior profundidade reflexiva, e integrando ainda
literatos como Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro, Teófilo Braga,
Eça de Queirós, Oliveira
Martins, Jaime Batalha Reis e Guilherme de Azevedo. Juntos ou, como sucedeu
mais tarde, trilhando caminhos de certa forma divergentes, estes homens marcaram
a cultura portuguesa até ao virar do século (se não mesmo
até à República), na literatura e na crítica literária,
na historiografia, no ensaísmo e na política.
Os homens da Geração de 70 tiveram possibilidade e, sobretudo,
apetência de contacto com a cultura mais avançada da Europa como
não se via em Portugal desde o tempo da formação de um
Garrett e de um Herculano. Puderam, pois, aperceber-se
da diferença que havia entre o estado das ciências, das artes,
da filosofia e das próprias formas de organização social
no país e em nações como a Inglaterra, a França
ou a Alemanha. Em consequência, esta juventude cosmopolita nas leituras,
liberal e progressista não se revia nos formalismos estéticos
que grassavam nem naquilo que consideravam ser a estagnação
social, institucional, económica e cultural a que assistiam.
O seu inconformismo havia de se manifestar em diversas ocasiões, com
repercussões públicas dignas de registo. Em 1865 é despoletada
a chamada Questão Coimbrã, que opôs o grupo, a pretexto
de uma obra literária de mérito discutível, ao ultra-romantismo
instalado que António Feliciano de Castilho personificava. Travou-se
uma acesa polémica, à qual subjaziam grandes diferenças
ao nível das referências estéticas mas também ideológicas.
O grupo reunir-se-ia depois na capital, formando o Cenáculo, e em 1871
organizou as Conferências Democráticas do Casino Lisbonense,
com as quais chamou definitivamente a atenção da sociedade.
Nos anos seguintes, embora a atitude de crítica e de intervenção
cultural e política se mantivesse, os membros do grupo foram definindo
caminhos pessoais independentes, ora dedicando-se mais a umas actividades,
ora a outras. Antero suicidou-se em 1891, e dir-se-ia que esse gesto simboliza
o destino destes homens a caminho do final do século, em desilusão
progressiva com o país e o sentido das suas próprias vidas
© 2000 Porto Editora, Lda.
||| "aquilo que uma criança aprende primeiro, não é o acto, mas o gesto do acto" (Daniel Pennac - Como Um Romance, p. 43-44).
||| Influência de Gide em Saint-Exupéry: ver O túmulo de Saint-Exupéry.
||| Formulou (1931) 2 teoremas
célebres de matemática, chamados de Godel, segundo os quais
uma aritmética não contraditória comporta enunciados
indecidíveis; entre estes enunciados
indemonstráveis figura o princípio da não
contradição de um sistema
com ele próprio. Estes teoremas estabelecidos graças a métodos
formais põem em evidência os limites da possibilidade de formalização
de um sistema.
||| Os teoremas de Godel introduzem uma das grandes
ideias do século: a de incompletude.
||| Ler também Kurt GODEL - O teorema de Godel e a hipótese
do contínuo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1979. O último artigo do livro versa o tema O Significado Filosófico
do Teorema de Godel.
||| Para ler mais n'O Canto, sobre o diálogo de Platão: consulte o índice dos recursos para o 12º ano de escolaridade. Salienta-se uma leitura do Górgias e os testes.
||| Sobre o filósofo, consulte, por exemplo, The Internet Encyclopedia of Philosophy, onde a filosofia de Górgias é vista sob uma perspectiva niilista.
||| Hughes, conhecido crítico de arte, considera que "Goya foi o primeiro artista moderno. Soube captar o universo do desespero. Viveu protegido por algumas figuras da corte muito cultas, mas por outro lado soube captar as inquietações e os temores do povo" (declarações publicadas no El País de 22.09.2000).
Pintor espanhol. Conhecido como El Greco, Domenico Theotokopoulos nasceu em Creta, tendo vivido alguns anos em Itália, antes de ir para Espanha em 1577, tendo-se fixado em Toledo.
| ||| | O texto A Guerra, com que comemorámos o fim da primeira guerra mundial, refere algumas fundamentações do fenómeno da guerra, tentado uma definição e traçando algumas linhas da sua história. |
| ||| | Guerra, perplexidades, aflições é um artigo de opinião, a pretexto da 2ª guerra contra o Iraque (2003), que estabelece ligações entre a guerra e os nacionalismos e a globalização. |
[Actualização
a 05/06/26]
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