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LEXICON |
Ver Evolucionismo.
LEGITIMIDADE
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LEI
MORAL
(Em redacção).
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Político e teórico revolucionário russo -- de seu nome, Vladimir Ilitch Ulianov. Foi um militante revolucionário que não cessou de aprofundar os princípios teóricos do marxismo para os aplicar à prática; o seu contributo foi decisivo para o marxismo, pelas suas análises económicas, sociais e políticas, pela sua revalorização do papel da teoria e da consciência socialistas e pela sua criação do partido bolchevique. Organizador da insurreição das forças revolucionárias (Outubro/1917), até à morte dedicou-se às primeiras etapas da construção do socialismo no plano económico, político, militar e cultural. A primeira revolução socialista deve-lhe a teoria, a estratégia e a táctica. |
Ler ainda: Liberalismo (secular) e cristianismo: a opinião de João Carlos Espada.
Ver também o texto A Guerra [o liberalismo fundamenta a guerra numa lei económica]
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com
tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
(Fernando Pessoa - Poesias)
| » | Uma das teses do existencialismo (sartriano): o Homem é livre (ler o texto Existencialismo) |
| » | Ver Destino e Transcendência. |
| » | Em A liberdade da vontade, J. Searle discute a possibilidade de conciliar liberdade e determinismo. |
| » | Segundo História íntima da humanidade, a Declaração Universal dos Direitos do Homem fornece (apenas) um dos ingredientes que fazem a liberdade. |
| » | Dois textos de alunos do 10º ano: André Torres e Sónia Patrícia. |
| » | O livro Conferências de Filosofia tem um capítulo intitulado A liberdade do espírito: uma dissidência originária, onde a própria existência do espírito é definida como liberdade e esta é caracterizada "como uma capacidade de ruptura, de secessão ou de insubmissão, que nos torna independentes de toda a situação e irredutíveis a qualquer determinação natural" |
| » | Tema correlativo: 25 de Abril. (de que festejámos os 25 anos; na passagem do 26º aniversário, transcrevemos 4 poemas sob o título comum A cor da liberdade). |
No texto Teresa, a Filósofa
Fernando Savater analisa a relação
entre filosofia e pornografia/erotismo/libertinagem
Ver A Casa dos Budas
Ditosos.
Leia
ainda
| » | Poesia e Ciência (um texto onde José Ferrater Mora distingue 2 tipos de linguagem: emotiva/evocativa e indicativa/informativa). |
| » | Na conferência Potenciar a razão, Fernando Savater acentua a importância da linguagem enquanto fundamento da razão e argumenta contra o solipsismo. |
| » | Linguagem, Filosofia da: Ver Filosofia da Linguagem |
| » | "Para a corrente analítica, a filosofia não tem por objecto a realidade, mas a análise da linguagem acerca da realidade, quer se trate da linguagem ordinária ou comum, ou da linguagem científica acerca da realidade" (in Filosofia da Idade Contemporânea). |
Em entrevista ao jornal espanhol
El Mundo, traduzida e inserida no
Canto, Torrente Ballester caracteriza a literatura
como um jogo entre a experiência e
a imaginação.
Literatura e censura:
ver A Casa dos Budas Ditosos.
||| Ler, de Arthur Schopenhauer, Contestação
ao livre-arbítrio (Porto: Rés-Editora, 2002)
||| O existencialismo faz uma defesa
cerrada do livre-arbítrio (ver o texto Existencialismo)
O primeiro grande filósofo empirista. Autor de uma Carta Sobre a Tolerância (com análise possível na disciplina de Filosofia do 12º ano -- ver índice dos recursos), teórico do pensamento liberal, pronunciou-se sempre a favor das liberdades, tanto no domínio da política como no da moral ou da educação (embora excluísse da sua área de protecção os católicos -- ver texto Tolerância). As suas teorias influenciaram a Declaração de Independência de 13 colónias da América.
||| No texto Limitando
a Tolerância, o aluno Márcio Nobre reflecte sobre aspectos
da Carta sobre a Tolerância.
||| O Ensaio sobre o Entendimento Humano de Locke é uma obra
de referência do empirismo. O Canto
tem uma síntese dessa obra [aqui].
Há quem pense
que os filósofos são loucos. Um texto
enviado pelo Rodrigo, um aluno do 10º ano, trata o tema...
Ver ainda o texto Teresa,
a Filósofa (onde Fernando Savater
analisa a relação entre filosofia
e pornografia/erotismo.
LUXÚRIA
(Em redacção).
Ver Pecado
e A Casa dos Budas Ditosos.
[Actualização
a 05/12/01]
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